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Caso Aguiar: após denúncia anônima, polícia volta a fazer buscas por corpos de família desaparecida há mais de 5 meses no RS

  • 30 de jun.
  • 2 min de leitura

Após uma denúncia anônima, equipes da Polícia Civil voltaram a realizar buscas pelos corpos das três pessoas da mesma família desaparecidas há mais de cinco meses no Rio Grande do Sul. De acordo com as autoridades, a denúncia aponta que os corpos estariam na região da Praia do Paquetá, em Canoas. Cães farejadores devem auxiliar nas buscas.


O processo criminal que avança na Justiça do Rio Grande do Sul está na fase de resposta à acusação por parte das defesas.


De acordo com o Tribunal de Justiça do RS, o policial militar Cristiano Domingues Francisco, ex-marido de Silvana e principal suspeito, segue preso. A atual esposa dele e o irmão, que também são réus, respondem ao processo em liberdade.


De acordo com o delegado responsável pelo caso, as diligências continuam mesmo com o inquérito policial já encerrado, em abril:


"Ainda terminamos umas análises de dados, mas não surgiu nada novo ou diferente do que já havíamos apurado", comenta o delegado Anderson Spier.

Suspeitos

O principal suspeito é o policial militar Cristiano Domingues Francisco, ex-marido de Silvana. Ele responde por oito crimes: dois feminicídios (de Silvana e Dalmira), um homicídio qualificado (de Isail), além de ocultação de cadáveres, fraude processual, associação criminosa, falsidade ideológica, furto e abandono de incapaz.


O g1 entrou em contato com o advogado Jeverson Barcellos, que era responsável pela defesa de Cristiano, mas ele comunicou que apresentou uma petição à Justiça na segunda-feira (22) informando que deixou o caso envolvendo o policial militar.


Também são réus a atual esposa dele, Milena Ruppental Domingues, acusada de participação nos homicídios e outros crimes, e o irmão de Cristiano, Wagner Domingues Francisco, que responde por ocultação de cadáver, fraude processual e associação criminosa.


A defesa de Milena não retornou a reportagem com um posicionamento e o advogado responsável por Wagner, Ricardo Breier, disse que não vai se manifestar.


Fonte: G1

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