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Deputado Adão Pretto pede urgência na aprovação de projetos relacionados ao combate à violência contra a mulher

  • 6 de fev.
  • 2 min de leitura

Nesta quinta-feira (29), foi confirmado o 11º feminicídio do ano de 2026 no RS. Desta vez, a vítima foi Marlei de Fátima Froelick, de 53 anos. O crime ocorreu na cidade de Novo Barreiro, e o autor dos disparos foi o ex-companheiro, um homem de 57 anos.


A partir da escalada de feminicídios no Estado, o deputado Adão Pretto Filho (PT) irá propor urgência na tramitação de projetos do Legislativo relacionados ao combate da violência contra as mulheres. Pretto, que é presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, acredita que essa pode ser uma resposta efetiva do parlamento gaúcho às estatísticas alarmantes de violência de gênero.


“Vivemos em meio a uma epidemia de violência contra a mulher, e o governo do Estado está paralisado no combate. Não podemos assistir as estatísticas crescerem e ficarmos de braços cruzados. Por isso, no retorno do recesso parlamentar, quero conversar com a presidência da casa e com os demais colegas deputados e deputadas para darmos celeridade aos projetos que tratam desse assunto”, explica.


Uma das propostas que estão em tramitação na casa é de autoria do próprio Pretto, e prevê a inclusão da Lei Maria da Penha no currículo das escolas da rede estadual de ensino. Segundo o deputado, o combate à violência contra a mulher exige ações urgentes, mas a conscientização das futuras gerações é que fará com que as estatísticas de fato possam diminuir.

“No ano passado, foi a força do parlamento que fez com que o governo do Estado recriasse a Secretaria da Mulher, depois de 10 anos. Mas isso não é suficiente, é necessário mais investimento, campanhas de conscientização e de acolhimento às milhares de gaúchas vítimas de violência todos os dias”, afirma Pretto.


1284 feminicídios em 13 anos no Estado


No final de 2025, a Frente Parlamentar de Homens Pelo Fim da Violência Contra a Mulher, da ALRS, divulgou um balanço referente aos últimos 13 anos, no qual revelou que, nesse período, foram registrados 1284 feminicídios no Rio Grande do Sul. Os dados extraídos da Secretaria de Segurança Pública (SSP) ainda apontam que ao longo desses anos, ocorreram 27 mil estupros e 854 mil ocorrências de violência contra mulher no Estado.

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