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Ângela Xavier é a patrona da 38ª Feira do Livro de Cachoeirinha

  • há 15 horas
  • 2 min de leitura

A Prefeitura anunciou oficialmente, nesta terça-feira, 28, a patrona da 38ª edição da Feira do Livro de Cachoeirinha: é a escritora, pesquisadora, professora e poeta Ângela Xavier. Na apresentação, que aconteceu no gabinete do secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Éverton Cunha, ela afirmou estar honrada com o convite. “Tenho uma relação estreita com Cachoeirinha. Foi aqui que eu recebi as minhas primeiras oportunidades profissionais, no Jornal de Cachoeirinha. Então, tenho já um vínculo com a cidade, com grandes amigos aqui. E é uma imensa honra dizer que a temática, histórias que ecoam no mundo, ela dialoga muito com a minha trajetória. Espero contribuir, espero honrar este convite e agradeço imensamente o carinho e o reconhecimento”.Para a SMCEL, a homenagem à patrona “reafirma o compromisso da Feira do Livro com a valorização cultural e o incentivo à leitura como instrumento de reflexão e cidadania. A 38ª edição celebra, sim, não apenas os livros, mas também as histórias que ecoam no tempo”, em referência ao tema da Feira deste ano que ocorrerá de 25 a 31 de maio, no Parcão Municipal.


Conheça mais sobre a patrona

Ângela Xavier é coordenadora da Casa de Cultura de Gravataí, integrante dos coletivos Professoras Pretas e Educação Antirracista do Rio Grande do Sul, Coletivo de Escritores Negros, além de acadêmica imortal da Academia de Letras do Brasil-RS e presidente do Clube Literário de Gravataí. Graduada em Letras com Especialização em História e Cultura Afro-brasileira, Saúde Indígena e Educação do Campo, Indígena e Quilombola, também atua como diretora de teatro estudantil, tendo recebido em 2018, em um Festival Estudantil no Rio Grande do Sul, o troféu Desconstrução da História Oficial com a esquete Lanceiros Negros. Autora dos contos infantis O Lanceirinho Negro (adaptada para o teatro), O Lanceirinho Negro/Herança de Porongos e Jerá Poty e também da obra Tornando-se, onde apresenta suas escrevivências através da poesia. Suas obras abordam temáticas ligadas à representatividade e combate ao racismo. Teve sua obra O Lanceirinho Negro contemplada pelo edital da Fundação Marcopolo em 2021, com recursos da lei Aldir Blanc, distribuindo a obra em diversas escolas da região metropolitana de Porto Alegre. Com obra infantil “A Lanceirinha”, baseada na história e protagonismo negro, a autora de Gravataí é finalista do Prêmio Açorianos de Literatura. A autora concorre na categoria Infantil com a obra, que propõe uma releitura sensível da história dos Lanceiros Negros na Revolução Farroupilha.

 
 
 

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