Prefeitura de Cachoeirinha lança programa Melhor em Casa
A Prefeitura de Cachoeirinha lançou na última quinta-feira, 29, o programa Melhor em Casa, uma iniciativa voltada à assistência domiciliar de pacientes que necessitam de cuidados contínuos de saúde e apresentam dificuldades ou impossibilidade de se deslocar até os serviços de atendimento. A proposta é ampliar o cuidado no ambiente domiciliar, com acompanhamento de uma equipe multiprofissional, conforme as necessidades clínicas de cada paciente.
O programa tem como público prioritário pessoas acamadas, com alto grau de dependência para a realização de atividades básicas do dia a dia e que atendam aos critérios clínicos para a modalidade de Atenção Domiciliar AD2, que prevê acompanhamento profissional intensificado e procedimentos de saúde específicos.
A iniciativa é integrada à Rede de Atenção à Saúde do município. Hospitais, Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) poderão identificar pacientes com perfil compatível e encaminhá-los para avaliação da equipe responsável pelo serviço. Conforme a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), o ingresso no programa se dá pela rede pública de Saúde e dependerá de análise técnica, avaliação clínica e domiciliar, além do cumprimento dos critérios assistenciais e de segurança.
Outro aspecto previsto é a participação de familiares e cuidadores no processo de assistência. A proposta contempla a orientação desses responsáveis sobre os cuidados cotidianos, enquanto a equipe multiprofissional ficará encarregada das avaliações clínicas, dos procedimentos indicados e das orientações necessárias, de acordo com o plano de cuidados estabelecido para cada paciente.
De acordo com a titular da SMS, Cris Mesquita, pacientes que fazem parte das Estratégias de Saúde da Família (ESF) e Centro do Idoso já são assistidos em casa e o Melhor em Casa veio para alcançar os pacientes que hoje não têm essa assistência.
Como vai funcionar o atendimento?
Público-alvo: Pacientes acamados, restritos ao leito, em reabilitação, cuidados paliativos ou com necessidade de curativos complexos, medicação parenteral e uso de dispositivos médicos.
Equipe Multiprofissional: composta por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistente social e suporte logístico.
Como acessar: o encaminhamento será feito por Unidades Básicas de Saúde (UBS), UPA, hospital e serviços de urgência (SAMU/SAM), passando por triagem técnica.
Papel da família: o programa exige a indicação de um cuidador ou familiar responsável para acompanhar o Plano Terapêutico Singular.
Fotos: Natan Liberato




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